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18. Carta Branca Com o trabalho em torno do Capital de Graças a pessoa percebe mais profundamente o sentido dos acontecimentos e disto lhe advem uma certa tranqüilidade. O amor está crescendo e a transformação está avançando. Quando a pessoa chegou a entender: “Deus é Pai, Deus é bom e bom é tudo que Ele faz", começa aspirar a conformidade com Ele. Conclui: “Não quero outra coisa a não ser o que Deus quer" e se lança nos braços do Pai de uma maneira total e com plena confiança. A partir deste momento, encaminha- se uma mudança fundamental: Até agora se estava fixado nas próprias idéias, mas daqui em diante não se pensa outra coisa a não ser, realizar em todos os trabalhos, as idéias e desejos de um Outro. Conformidade com Deus é pensar com Ele, sentir com Ele, querer com Ele. Distinguimos o lado passivo e o lado ativo da Carta Branca: de um lado aceita-se simplesmente tudo de Deus e de outro lado procura- se realizar ativamente Seus planos. Na Carta Branca a pessoa doa a si própria. As contribuições não são mais apenas pequenos atos de oferecimento, mas a pessoa oferece a si mesma. No entanto permanece uma certa reserva da qual custa-se a abrir mão. segue - volta home |
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