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Mario identificou-se com a comunidade que se tornou sua família. Isto era, para ele, natural e nada extraordinário.
Ele conhece a dimensão existencial do homem e sabe que só um amor ardente torna possível a vida que une a terra e o céu. Esta, aliás, é a verdadeira finalidade do celibato. Não é apenas um "não" à carne, mas é um "sim" ao amor. Não significa, em primeiro lugar, que não pode casar, mas que se abre de tal forma ao amor eterno, que todo o resto é arrastado para cima.
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