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Mario estava convencido de que o sucesso no apostolado dependeria da qualificação do apóstolo... torna-se um "craque" na sua auto-santificação. É bonito observar que ele não perde seu senso de humor nesse negócio muito sério, sério por que a perfeição não cai do céu como prêmio para pensamentos piedosos.
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É necessário lutar e com armas desagradáveis: pequenas obrigações, propósitos aparentemente insignificantes, uma resolução de "irradiar alegria hoje", de "ouvir o próximo com mais atenção", um esforço para "manter a calma com certos colegas", ou "vencer a preguiça esta semana". Mario não sonha, trabalha.
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